domingo, 22 de fevereiro de 2009

Nação de Zumbis

Não, não estou falando de nenhum filme de terror  ou de algum game tipo Resident Evil. Estou falando de uma multidão de seres humanos mortos-vivos, que se multiplica sem parar e que promove o aumento da violência e criminalidade. Estes verdadeiros zumbis, são em sua maioria são pessoas jovens que perderam suas vidas para as drogas, e vagam pelas ruas se prostituindo, roubando, traficando e fazendo qualquer coisa para manterem seu vício. Dentre todas as drogas, nenhuma é capaz de produzir um morto-vivo tão rapidamente quanto o crack. Por ser de buntitledaixo valor e sendo facilmente encontrado, é largamente utilizado pela população de menor poder aquisitivo, tornando-se um fator multiplicador do risco social. Seus efeitos rápidos, intensos e de curta duração provocam uma dependência química praticamente na primeira utilização, criando a necessidade de seu uso contínuo. Um viciado em crack jamais conseguirá sair do vício sozinho, e possivelmente dentro de uns seis meses estará  mental, física e socialmente destruído. Os componentes nocivos do crack causam danos cerebrais irreversíveis, tornando a recuperação sem sequelas praticamente impossível. A grande ameaça do crack é o seu mecanismo que ação , que uatravés da inalação, alcança  os pulmões e penetra  rápidamente na corrente sanguínea, atingindo o cérebro com uma intensidade que pode ser comparada a um coice de cavalo. Os efeitos destruidores do crack são mais acelerados do que a de drogas concorrentes, destruindo a auto-estima, o auto-controle e a capacidade cognitiva do indivíduo, além de provocar comportamento violento. Diante de tamanho problema, não vemos nossos governantes adotarem ações de prevenção e repressão realmente efetivas. Pelo contrário, vemos uma simpatia e até mesmo uma conivência com os diversos movimentos e organizações que querem liberar ou descriminalizar o uso das drogas, principalmente a maconha, tratando o viciado como um simples doente,sem que haja maiores implicações penais. Ora, por este raciocínio, o viciado em maconha não seria diferente do viciado em crack, haxixe ou cocaína, então, a próximo passo seria também descriminalizar todas as outras drogas, criando uma verdadeira nação de mais mortos-vivos. Com a possível liberação, muito mais pessoas se aventurariam no uso das drogas, tendo as mais diversas justificativas como o alívio do stress, o lazer, a diversão e busca do prazer.  E mais uma vez, o  governo repassaria a conta para a sociedade, se eximindo de toda a responsabilidade. Como seria tratar no sistema público de saúde,  um número crescente de pessoas viciadas em diversos tipos de drogas? Como fazer isto, se o simples contribuinte que paga impostos  não consegue atendimento digno quando precisa?  Incopetência e demagogia também são drogas perigosas!

Wellington Leal  22/02/09

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