domingo, 8 de novembro de 2009

EM RESPEITO AO POVO JUDEU: FORA AHMADINEJAD!

nao_ahm[1]
Em solidariedade ao povo Judeu e ao estado de Israel, e em protesto à vinda de um chefe de estado que financia o TERRORISMO INTERNACIONAL e patrocina um sistema que mata todos os que não estiverem alinhados com seus interesses político-religiosos, que prega abertamente a destruição do estado de Israel,  nega a existência do Holocausto, demonstramos veementemente nossa indignação e repúdio pela presença deste ditador violento e preconceituoso. O governo brasileiro tem demosntrado total apatia diante das crescentes demonstrações de antisemitismo e preconceito contra os judeus. Diante dos insultos e ofensas de homens como Chaves, Manuel Zelaya e do próprio Ahmadinejad, nossos líderes tem calado sua voz para defender Israel, mas não para criticar e tomar partido em uma guerra que não é sua.
As motivações de Ahmadinejad não são democráticas, nem sociais e nem mesmo políticas, são de caráter religioso. Muitos são os interesses em destruir Israel e desacreditar a Bíblia, e muitas as nações que se levantarão em fúria, desejando riscar Israel do mapa. Mas, da mesma forma que a Bíblia previu que Israel seria disperso pelo mundo e depois voltaria a ser uma nação, a Bíblia também diz que tais nações não prevalecerão, pois não é apenas contra Israel que lutam.
A CAUSA DE TODO O ÓDIO …



HOLOCAUSTO
 Resposta a um comentário de leitor :

Primeiramente gostaria de agradecer a visita ao meu blog, onde sempre será bem vindo.

Em seguida, entrando no comentário que você postou, observei que o primeiro parágrafo inteiro é  uma  reprodução do texto de autoria de Juan Gelman, poeta argentino, o qual foi  publicado  no site  Carta Maior, em 07/06/2010. Foi uma pena você não ter dado crédito ao autor e nem citado a fonte. Peço que da próxima que for citar um texto de alguém, não se esqueça de informar.

O movimento Sionista foi um esforço legítimo pela existência do estado de  Israel, a qual hoje é uma realidade indiscutível.

Muitos dos que  dizem contrários ao movimento sionista, na verdade camuflam um sentimento anti-semita, o que é inadmissível, pois não passa de puro preconceito racial.

O contexto em que Zeev Jabotinsky exerceu a defesa do sionismo foi muito diferente (Primeira Guerrra Mundial e luta da Europa contra o Império Turco-Otomano), onde desenvolveu uma vertente mais militarista e combativa, além de possuir uma concepção territorial mais abrangente para atender o seu grande desejo de criação do estado de Israel. Já a expressão atribuída a Ron Torssian, que é um alto executivo e político residente nos EUA, não pode ser utilizada como se fosse a política oficial do estado de Israel, pois é a opinião de um indivíduo.


 “Quando as pessoas criticam os sionistas, elas se referem aos judeus. Você está falando de anti-semitismo”.  – Martin Luther King

“Ninguém presta qualquer favor a Israel por proclamar o seu
‘direito à existência’. O direito de Israel existir, assim como o dos
Estados Unidos, Arábia Saudita e outros 152 países, é axiomático
e incondicional. A legitimidade de Israel não está suspensa no ar,
à espera de reconhecimento... Certamente não há outro país,
grande ou pequeno, jovem ou velho, que iria considerar o simples
reconhecimento do seu ‘direito à existência’ como um favor ou
uma concessão negociável”. – Abba Eban

Israel é um país  pequeno, e está situado em uma região tão árida quanto os demais países ao redor, mas é o único país democrático do Oriente Médio, e um dos maiores produtores agrícolas do mundo (veja no Google Earth a diferença entre as áreas verdes de Israel e dos vizinhos), e a sua produção científica é maior que a de todas as universidades americanas juntas.

Israel tem o direito de existir, e mais ainda de se defender.


Quanto ao Iran, que não é um país árabe (é persa), após a queda do Xá Rheza Palev, em 1979, passou a ser uma república teocrática islâmica, e passou a exportar  sistematicamente aquilo que chama de “Guerra Santa” (Gihad), travou uma violenta guerra contra o Iraque e atualmente financia os grupos terroristas  Hamas e o Hisbolláh.

Você tem razão quando diz que o Irã é militarmente insignificante, mas ao mesmo tempo é também  liderado por extremistas religiosos xiitas que “desejam levar a espada de Alah sobre a cabeça de todos os infiéis”, principalmente Israel.

Por este motivo, o desenvolvimento de armas nucleares pelo Irã é um perigo não só para Israel, mas para toda a civilização ocidental, ou mesmo para o planeta, pois ainda que desenvolva armas nucleares, provavelmente não chegará a ter tempo de usá-las.

Podemos estar diante de uma situação similar ao famoso caso dos mísseis nucleares em Cuba, que por muito pouco não deflagrou a Terceira Guerra Mundial (e última).

Israel está cercado de inimigos de todos os lados, os quais investem contra ele desde a sua criação, com ataques surpresa de várias nações árabes combinadas (Guerra de 1948, Guerra dos Seis Dias, Guerra do Yon Kippur), atentados à bomba, atentados suicidas, lançamento de mísseis, etc.

Para garantir o seu direito de existir, Israel desenvolveu os mais sofisticados sistemas de defesa e de combate, que vão de simples armamentos individuais, aos mais sofisticados e terríveis sistemas de satélites e mísseis nucleares.

Quem conhece os fatores teológicos envolvidos neste caso, sabe que dificilmente haverá como impedir uma catástrofe global, mas ainda há como adiá-la por muito tempo.

Quanto ao vídeo do Youtube que você apresentou no link, merece uma investigação mais profunda, uma vez que o jornalismo que existe atualmente já provou que não merece nenhum crédito.

Recomendo o link abaixo, que disponibiliza um material farto em referências históricas e bibliográficas sobre este assunto:   http://www.beth-shalom.com.br/downloads/

Saudações,

Wellington Leal

SHALOM !

 

Um comentário:

Anônimo disse...

Em respeito ao povo palestino: fora terrorismo de Estado judeu.

O ideólogo do sionismo revisionista, Zeev Jabotinsky, declarou há 87 anos que a única maneira de impor o Estado judeu era esmagando os árabes. Não é de se estranhar, portanto, que Ron Torossian, organizador da manifestação “Estamos com Israel”, realizada em frente à missão da Turquia na ONU, repetisse essa opinião: “Creio que devemos matar cem ou mil árabes por cada judeu que eles matam”. Por que não 100 mil ou 1 milhão?

O Irã é percebido como uma ameaça porque não obedeceu às ordens dos Estados Unidos. Militarmente essa ameaça é irrelevante. Esse país não se comportou agressivamente fora de suas fronteiras durante séculos. Israel invadiu o Líbano, a Síria, o Egito e a Jordânia, além de compactuar com o apartheid sul africano, o Irã não fez nada parecido. Agora pergunto: quem representa maior ameaça nuclear, o Irã que não possuiu bombas atômicas, ou Israel, que possuiu e já tentou vendê-las para a África do Sul?

http://transamerica.tv.br/index.php/Noticias/Homem-e-preso-na-Palestina-por-desvio-de-agua.html

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